Problemas como vibração anormal do motor, aumento da média de consumo de combustível e uma leve perda de energia do veículo são indicativos de que pode estar na hora de realizar a troca de correia dentada. Mas é preciso ficar de olho, pois essas alterações não são tão significativas, e a quebra dessa peça pode causar danos sérios ao motor de um veículo.

Neste post vamos mostrar os cuidados essenciais que você deve ter com a correia dentada e explicar quando deve ser realizada a sua substituição. Acompanhe! 

1. Troque a peça no momento certo 

A correia dentada (ou correia de distribuição) é uma peça automotiva muito importante. Ela atua no motor do veículo, ligando o eixo-comando de válvula ao virabrequim. Dessa forma, as válvulas de admissão e de escapamento se abram e fechem no momento certo.

Além disso, mantém o sincronismo com o virabrequim para transferir a força do motor às rodas, além de fazer o comando de válvulas  que é responsável pela entrada e saídas dos gases no cilindro. 

De forma geral, o indicado é que a correia dentada seja checada quando o carro completar 40.000 km. No entanto, de acordo com a sua condição, sua troca pode ser postergada para os 50.000 km, ou após 3 anos de uso.

Vale ressaltar que, ao ultrapassar essa quilometragem, a peça perde a sua eficiência e pode até mesmo quebrar — acarretando diversos problemas no motor. 

2. Veja se é necessário trocar o kit completo 

Normalmente, boa parte dos mecânicos sugerem a troca do kit completo da correia dentada. Porém, nem sempre isso é preciso.

O rolamento, por exemplo, é feito de aço e, por isso, tende a durar mais do que a correia, que é de borracha. No entanto, é claro que podem acontecer situações em que ele precisa ser substituído. Sendo assim, o ideal é pedir para o profissional mostrar os sinais de desgaste para que você entenda a real necessidade da troca. 

3. Entenda os sinais de desgaste

Alguns sinais podem indicar a necessidade de troca da correia dentada e, conforme já explicado, muitas vezes eles são imperceptíveis. Portanto, fique atento aos ruídos altos que vêm da frente do carro, pois eles podem ser decorrentes de um problema de desalinhamento ou de desajuste da peça. 

Além disso, pode acontecer o superaquecimento do motor, que ocorre quando a correia dentada auxilia no fornecimento de energia para esfriar a peça.

Caso perceba qualquer um desses sintomas, é fundamental levar o veículo a um profissional de confiança para que ele descubra o problema e avalie a necessidade de substituição da correia dentada. 

4. Escolha o modelo apropriado 

A melhor forma de escolher o modelo da correia dentada para o seu carro é verificando o manual do proprietário. Lá constarão todas as informações importantes, como tipo, modelo e, em alguns casos, até a recomendação da marca ideal para o seu veículo. 

Porém, não se esqueça de olhar a qualidade e a procedência da correia dentada. Lembre-se de que a troca é um serviço realizado poucas vezes e, portanto, vale a pena fazer um investimento maior, se for necessário. 

A troca de correia dentada é essencial para o funcionamento de um veículo. Seu rompimento pode causar sérios problemas no motor, como o choque das válvulas, sendo necessário fazer a retificação do cabeçote — um serviço que, geralmente, tem o custo muito alto. Sendo assim, não deixe de realizar as manutenções preventivas e fique atento aos sinais do seu carro.

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